segunda-feira, 11 de março de 2019

Correção Monetária do FGTS



Departamento jurídico do Sindicato dos Radialistas lança comunicado a respeito da correção monetária do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)

Por Rita de Cássia Martinelli

Na data de 20/09/2018 o Supremo Tribunal Federal julgou o Recurso Extraordinário n. 611503, cujo tema tratado era a correção monetária sobre o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS. Em razão do mencionado fato, centenas de trabalhadores estão ligando para o Sindicato, acreditando que a citada ação refere-se aquela que pretende substituir o atual índice de correção monetária, que vem sendo aplicado às contas do FGTS a Taxa Referencial - TR, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC ou Índice de Preços ao Consumidor - IPCA. Acontece que a discussão que ocorreu no citado processo nada tem a ver com essa questão, apesar das confusas notícias divulgadas por diversos meios de comunicação. A discussão ocorrida no processo diz respeito a correção monetária dos planos econômicos – Bresser, Collor I e Collor II (expurgo de inflação). Nesse processo vários trabalhadores ganharam o direito a correção monetária relativa em todos esses planos econômicos e a Caixa Econômica estava discutindo a inaplicabilidade do plano Collor II, pois o próprio Supremo Tribunal Federal - STF - havia decidido ser o mesmo, indevido. A questão relativa a substituição da TR por outro índice de correção estava sendo discutida no Superior Tribunal de Justiça que, inclusive, havia suspendido todas as ações interpostas, quanto ao tema para julgamento do Processo n. 1.614.874. Esse processo foi julgado em abril de 2.018, negando o direito aos trabalhadores. Agora, estamos aguardando o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI 5090, proposta perante o STF pelo partido Solidariedade, que também discute a questão. Será com base nesse julgamento que o Sindicato irá verificar se a sentença servirá para todos os trabalhadores ou se iremos abrir o processo para nossos associados. Portanto, no momento a orientação é aguardar a decisão.

terça-feira, 5 de março de 2019

Foi sepultado nesta terça feira (05) o companheiro radialista William Vagner de Souza


William Vagner de Souza
Foi sepultado nesta terça feira (05) o radialista e companheiro, William Vagner de Souza, da Rede Record de São Paulo.


Souza exercia a função de Operador de Sistema e foi vítima de câncer onde veio a falecer na segunda feira (04). Seu sepultamento aconteceu nesta terça feira (05), às 15h30, no Cemitério da Cerâmica, que fica na rua Engenheiro Armando de Arruda Pereira n, 880, Cerâmica, São Caetano do Sul - SP. 

William Vagner de Souza deixa mulher e filhos.

Funcionários e diretores do Sindicato dos Radialistas enviam condolências aos familiares, colegas de trabalho e amigos.


Companheiro William Vagner de Souza, presente!. Agora e sempre.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

No Bixiga, em São Paulo, Bloco do Fuá promete levantar e sacudir a poeira no carnaval 2019


Bloco do Fuá já reuniu milhares de pessoas, em diversos carnavais, mesclando a festa popular brasileira com protestos sociais bem humorados

Divulgação


O Bloco do Fuá, fundado em 2013 é um bloco de carnaval de rua e tem como objetivo levar a cultura popular brasileira para as ruas do Bixiga, com muita irreverência, alegria, crítica social e política. Defende o carnaval de rua, livre, gratuito, democrático, sem abadas e cordas promovendo a ocupação dos espaços públicos enquanto exercício de cidadania. Somos contra qualquer forma de privatização desta tradição cultural afirmando o direito de todos nós à alegria, à folia e de todos saírem em seus bairros onde possuem suas raízes e tradições.
O trabalho do bloco na construção do carnaval se dá durante todo ano através da realização da Oficinas de Percussão, realizadas todo último domingo do mês no Al Janiah (parceiro que sede o espaço e apoia a realização de festas para arrecadação financeira do bloco).
Durante o ano de 2018 foram realizadas 10 Oficinas de Percussão, além de ensaios abertos com apresentação para o público de canções compostas por integrantes do grupo (uma de nossas principais perspectivas é a de sermos um bloco autoral, desenvolvendo em seus integrantes o desejo e possibilidade criativa do compor, tocar e cantar). Além disso, o bloco cultiva o ativismo social participando de manifestações e lutas por uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática.

Tema do Carnaval 2019: “Levanta sacode a poeira e Juntos vamos dar a volta por cima" Baseado na música do Paulo Vansolini o bloco aponta como uma saída contra os retrocessos políticos e sociais a união popular. Durante esse ano foram feitas 13 novas músicas que são apresentadas nos ensaios abertos do bloco e nos shows.
Oficina de Adereços – Para decoração do nosso carro de som serão criadas 36 bocas (símbolo do Bloco do Fuá) de diversos tamanhos e com distintos acabamentos e expressões feitas artesanalmente por vários participantes do bloco.  Levando assim as ruas do Bixiga toda a diversidade exaltada pelo Fuá.

Cronograma:
19/01/19 – Sábado    –  Oficina de Adereços- exclusiva para os participantes do              
                                           Bloco do Fuá
27/01/19 – Domingo – Oficina de Percussão* - das 18 às 20hs no Al Janiah – Rua Rui   
                                          Barbosa,269 – Bixiga
                                       - Ensaio Aberto e Apresentação no palco Al Janiah com
                                          participação  do Bloco Esse
                                          ano eu morri, ano que vem eu não morro” – das 20 as 24hs
09/02/19 – Sábado   -  Festa do Fuá – das 22 às 05hs no Al Janiah – Rua Rui Barbosa,
                                          269 – Bixiga
17/02/19 – Domingo -  Ensaio Aberto na Rua – Local e horário a confirmar
24/02/19 – Domingo - Oficina de Percussão - das 18 às 20hs no Al Janiah – Rua Rui
                                         Barbosa,269 – Bixiga
                                       - Ensaio Aberto e Apresentação no palco Al Janiah com
                                         participação de blocos amigos – das 20 às 24hs
03/03/19 – Domingo – CORTEJO BLOCO DO FUÁ
                                          Concentração, a partir das 15hs na Rua Conselheiro
                                          Ramalho, 992, quase esquina c/ Av. Brigadeiro Luís Antônio
                                          Saída do bloco:  18hs
                                          Trajeto – ruas Conselheiro Ramalho, Manoel Dutra, Jaceguai,
                                          Major Diogo, Santo Antônio, Martinho Prado e Martins
                                          Fontes dispersão às 22h esquina com a Consolação.
   
                                       - FESTA FUÁ no Al Janiah, a partir das 22hs. DJ e Grupo
                                          Mayombê. Rua Rui Barbosa, 269 – Bixiga
Mais informações: email: blocofua2017@gmail.com
                                              Htpps://www.facebook.com/blocodofuasp/

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Próximo sábado (23), Sindicato dos Radialistas faz abertura da Campanha Salarial 2019



Reunidos em assembleia no próximo sábado (23) os trabalhadores da categoria poderão apresentar propostas para serem negociadas durante a Campanha Salarial com os representantes dos patrões



Mais organizados, menos enganados
Cientes das investidas dos patrões, em tentar enganar a categoria com a proposta de acordo para a convenção coletiva de 2018, o Sindicato dos Radialistas convoca todos os trabalhadores da categoria a participar da abertura da Campanha Salarial 2019.
Mais mobilizados
Trabalhadores da capital e do interior do estado estão sendo mobilizados a participarem da assembleia estadual para apresentarem suas propostas, que ampliem os direitos que a categoria conquistou ao longo de sua história.Valorizar Convenção Coletiva dos RadialistasSó damos valor aquilo que conhecemos. Além dos vales refeições, horas extras a 100%, adicional noturno a 30%, estabilidade para gestante, para pré-aposentadoria, entre outros direitos, podemos avançar em mais conquistas.
A convenção coletiva do ano passado (2018) só não foi assinada, por pura falta de pressão dos Radialistas. Este ano não pode acontecer a mesma coisa. Todos à assembleia para ampliarmos nossas conquistas.
Participe! Não deixe de decidir por aquilo que interessa a você e sua família.
ASSEMBLEIA ESTADUAL
Sábado, 23 de fevereiro 2019, às 11h da manhã
Rua Conselheiro Ramalho, 992 – São Paulo

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Patrões querem enganar os trabalhadores e apresentam proposta velha como se fosse nova

De novo a bancada patronal, na mesa de negociação, apresentou à comissão de trabalhadores um “canto da sereia”, com objetivo de enganar os trabalhadores com propostas velhas, conhecidas e rejeitadas pela categoria  

Mesmo passando meses da suspensão das negociações com o Sindicato dos Radialistas, a diretoria manteve-se alerta às tentativas dos patrões de apresentarem algo novo.


Que nada! Com o impasse nas negociações no ano passado, certamente uma nova proposta, como tentativa de fechar o acordo coletivo passado, viria. Mas não veio. O novo que era para ser novo, apareceu como velho e os patrões fazem jus ao nome que têm, pois até na hora de dizer que vão melhorar alguma coisa, piora.  Como esse tipo de proposta só interessa aos patrões, começaram a usar a tática de dividir a categoria com informações falsas e incentivando pelegos (peão a favor do patrão) e chefias a tentar pressionar o Sindicato em assinar um acordo totalmente desfavorável aos interesses do conjunto da categoria.

Os patrões vieram com a conversa de reajuste 2,5%, sem aumento real. Abono/PPR? Com índice menor do que nos anos anteriores e com a condição de retirar diversos direitos.

Veja, na página seguinte alguns dos direitos que irão desparecer se a proposta miserável dos patrões for assinada.


Eles querem o fim de nossas conquistas


Congelamento do Quinquênio – A cada 5 anos, o trabalhador que se mantém no emprego ganha um adicional de 3% no salário. É uma forma de valorizar quem trabalha e dedica parte de sua vida a uma empresa. Natural que o trabalhador antigo na empresa seja valorizado. As empresas querem congelar esse direito: o quinquênio deixaria de acumular, e só se mantém para quem já o ganha ou adquirir nos próximos meses. Com o tempo, as empresas irão demitir os trabalhadores mais antigos, acabando por completo com o quinquênio.

Exemplo: Um trabalhador que receba de salário R$ 2.695,00 e 60h extras a receber + um quinquênio teria a mais em seu salário R$ 1.878,10 é um forte candidato a ser demitido. São escolhas, baseadas em situações semelhantes como essa, que as empresas irão fazer na hora de decidir quem vai pra degola.



Bom informar que o Quinquênio foi estabelecido como forma de compensação à uma política de Cargos e Salários, que as empresas se recusaram a implantar. Que tal voltarmos a discutir isso novamente?!



Fim da estabilidade pré-aposentadoria – Não pode haver demissão de trabalhadores que se aproximam da aposentadoria. Os patrões querem derrubar essa garantia em troca de uma indenização.

Fim da estabilidade da gestante – Não pode haver demissão. Querem a demissão em troca de indenização de mães, que voltam ao trabalho, após a licença-maternidade.

Você não decide mais sobre suas férias – O trabalhador tem o direito de decidir se quer tirar 30 dias corridos de férias ou quebrarem até três períodos. Os patrões querem passar a ter o direito de decidir sozinho sobre suas férias (podendo usar férias, por exemplo, para as escalas de final de ano).
Banco de Horas – As empresas querem piorar brutalmente a jornada de trabalho dos radialistas, estendendo o período de compensação para até seis meses. Ou seja, você trabalha e não recebe e só vai folgar depois de meio ano de espera. Sem falar nas demissões do setor, que vai acarretar mais trabalho, mais horas extras não pagas.

Pegadinhas dos patrões O trabalhador terá direito ao VR se completar efetivamente a jornada de trabalho de seis horas, ou seja, o trabalhador trabalhou hoje 8 horas, fez duas horas extras, amanhã a empresa dirá a ele que é para ele sair 2 horas mais cedo, pois não tem muito serviço. Dessa forma ele fará apenas 4 horas de trabalho, com isso não fará a sua jornada de trabalho o que acarretará em um VR a menos no próximo mês.
                                                                   
                                                                       
Os patrões querem destruir o Sindicato da categoria e tenta jogar os trabalhadores contra seu instrumento de luta. 
Fiquem espertos!

Os patrões soltam a boca pequena ou nos corredores, através das chefias e até de comunicados internos, que o Sindicato dos Radialistas só está interessado na sua fonte de financiamento, com a contribuição da taxa assistencial. Eles mentem. Tentam ludibriar os trabalhadores. Como não estão conseguindo, passam lista de abaixo assinado, para fazer os trabalhadores se alinharem aos seus interesses.

Taxa Assistencial
A taxa assistencial, mesmo aprovada em assembleia pelo trabalhadores, é rechaçada pelos patrões. Eles recusam aprovar essa cláusula para que o sindicato não tenha recursos financeiros para manter a luta da categoria. Trabalhador sem sindicato independente é presa fácil dos patrões. Eles querem uma categoria fraca, dividida e vítima constante de sua gana por lucro. Os patrões não se importam com quem vive da miséria de salário, que eles pagam. Fazem demissões arbitrárias e sem compromisso social, vitimizam trabalhadores no ambiente de trabalho deixando-os doentes e acidentados sem nenhum direito. Sem respeito por você, sem consideração com sua família. Ao fazerem manobras políticas, com interesse de confundir a categoria e jogar os trabalhadores contra seu sindicato, os patrões estão atingindo seu objetivo de ter os trabalhadores sem apoio, sem organização, sem defesa.

Sem o Sindicato
Se não fosse o sindicato, este ano, por exemplo, as demissões em massa já estariam acontecendo em todas as empresas. Os salários estariam sendo rebaixados na cara dura. Horas extras sem remuneração seriam a regra e os acúmulos e duplas funções, estariam sem pagamento por exercício de mais de uma função. Na verdade, os patrões já estão caminhando nessa direção, com o incentivo político de mudança na legislação, que rege nossa categoria.

Enfraquecer o sindicato dos radialistas, cortando sua fonte de financiamento, é fazer os trabalhadores voltarem no tempo, num período em que direitos e conquistas eram um sonho distante.

Com o fim da obrigatoriedade do imposto sindical, a taxa assistencial se faz necessária para a sobrevivência do sindicato. Como o Sindicato continuará tendo independência para negociar com os patrões, como informar e mobilizar a categoria em todo estado sem recursos? Não é possível. Sindicato fraco, categoria fragilizada. Só com a contribuição política e financeira de todos, que poderemos manter nossa autonomia e independência dos patrões e do governo. Fortaleça a luta de seu sindicato comparecendo nas assembleias, atendendo o comando da direção da entidade, sendo sócio de seu sindicato. Nossa força se mede com nossa consciência de classe e união da categoria.


Se assinar o acordo coletivo do jeito que os patrões querem, será o fim do Vale Refeição para quem tem jornada inferior a 4 horas. Companheiros do interior, registrados por hora, não terão mais vale refeição.



Juntos somos fortes!




O que está em jogo é a continuidade de uma categoria com um dos melhores acordos coletivos construído ao longo da história dos radialistas do Brasil. Não se deixe enganar. Tenha consciência de que sua decisão pode acarretar demissões em massa, na empresa onde trabalha ou na sua categoria, além da perda de direitos históricos, que são muito difíceis de conquistar novamente. Repudie as investidas dos patrões. Não assine nada sem antes consultar o sindicato.

 Se assinar o acordo coletivo, do jeito que os patrões querem, companheiros que tem hora extras e quinquênio, vão ser demitidos. 
Vão todos pro olho da rua.



 





A pressão dos patrões contra os trabalhadores está sendo feita porque as empresas querem o aval do sindicato para que as horas extras não sejam pagas, que as demissões ocorram sem prejuízo para as empresas, para enfraquecer sua entidade de classe, responsável por defender os direitos coletivos dos radialistas. Nossa história é rica, é de luta e conquistas. Os patrões querem te manipular. Não deixe isso acontecer.   


Trabalhador consciente não faz o jogo do patrão

              Nenhum direito a menos, rumo a novas conquistas         
                                  
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Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo – Fone 11 3145 9999 diretoria@radialistasp.org.br

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Sem funcionar: Devido a forte chuva na capital paulista telefone do Sindicato dos Radialistas parou de funcionar


Devido a forte tempestade na tarde desta terça feira (08) em São Paulo, as linhas telefônicas do Sindicato dos Radialistas estão paralisadas. Equipe técnica de manutenção já foi solicitada. 

Pedimos compreensão pelo ocorrido.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Pagamento do processo de periculosidade do SBT é uma conquista do Sindicato para os trabalhadores



Departamento jurídico do Sindicato dos Radialistas, através de ações na justiça, reforça a luta em defesa dos direitos dos radialistas
Entre os anos de 1995 e 1997 o Sindicato dos Radialistas de São Paulo abriu vários processos coletivos para ver reconhecido o trabalho em condições de periculosidade para centenas de trabalhadores. Os processos foram abertos contra várias empresas. Com o reconhecimento desse direito, além de ter um acréscimo de 30% (trinta por cento) em seus salários, os trabalhadores passam a ter direito a aposentadoria especial - para cada ano trabalhado ganha 25% (vinte e cinco por cento) no tempo, o que em número exato, significa que a cada 04 anos trabalhados, ganha 01 ano. O Sindicato ganhou todos os processos, beneficiando assim centenas de trabalhadores.
Nesse mês de dezembro, foi finalizado mais um desses processos: o processo movido contra a empresa TV SBT CANAL 4 DE SÃO PAULO. Nesse processo, além dos trabalhadores, em atividade, passarem a receber na folha de pagamento o adicional de 30%, todos os trabalhadores incluídos na ação tiveram o direito ao recebimento dos valores retroativos, sendo que o valor a receber no processo passou dos 40 milhões de reais. 
É mais uma vitória do sindicato para a categoria.