quarta-feira, 29 de maio de 2013

Negociações com o patronal prosseguem no mês de junho



Por Ronaldo Werneck

Devido a expectativa em torno do resultado do dissídio, bem como da última assembleia, diversos companheiros tem se manifestado que o sindicato informe as decisões, que diga-se de passagem, ainda não são definitivas. Após decisão do TRT e a deliberação da assembleia do último sábado (25), os representantes do sindicato dos radialistas encaminharam as propostas apresentadas que, parte delas,  constam em nosso boletim disponível em nosso site.

Para saber a íntegra das propostas que foram apresentadas, basta clicar aqui.

Nada ainda está definido, pois está sobre a mesa aquilo que foi aprovado pela categoria em nossa assembleia, bem como parte do que o TRT decidiu. Não adianta informarmos pela metade algo que pode ser modificado e gerar mais confusão. Podemos dizer se as negociações estão avançando. E, no momento estão. A reunião de ontem (29) transcorreu normalmente. O patronal recebeu as reivindicações e que serão apreciadas por eles, para só então nos darem uma resposta.

Ler com atenção é requisito mínimo em tempos como este. Desde o início estamos informando que estamos em negociação. As informações da pauta de reivindicações estiveram sempre em nosso site. E o resultado do dissídio, como dissemos antes, faz parte do todo na negociação.

Todas as terças feiras (04, 11, 18 e 25) de junho, estarão sendo usadas para as rodadas de negociação com o patronal. Até lá estamos mobilizando os trabalhadores para mostrarem o mesmo tipo de insatisfação de alguns, que queriam de imediato informações incompletas. São os patrões os responsáveis por estarmos sem a reposição que a justiça decidiu em 5,5%. Simplesmente tivemos de usar a Justiça para garantirmos o que nos é de direito. Portanto companheirada mais mobilização no local de trabalho.

Os diretores da entidade estarão distribuindo boletins para informar a categoria e tirar dúvidas daqueles que ainda não entenderam o processo de negociação, que é uma luta. Não é apenas conversa numa sala fechada. A direção da entidade sentada de um lado da mesa, os representantes do patronal de outra e os trabalhadores, caso estejam mobilizados servem para virar a mesa. Isso se as nossas reivindicações não sejam atendidas. Sem isso companheirada, não avançamos. Não dá só pra  ficar esperando, esperando, esperando... e depois lamentar o que nos oferecem. Pois só a negociação com o patronal, não sensibiliza o seu bolso. Apenas nossa insatisfação transformada em ação.

Um comentário:

  1. Tá todo mundo feliz com a atual situação ou estão com medo de sutis represálias no futuro?

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